DE TUDO VAI ROLAR

Viver e Curtir a cidade, gastando pouco ou quase nada! (By Ney Mourão) Siga o instagram: blogdetudovairolar – Aos Sábados, às 10h, 14h, 16h e 18h, dicas nacionais, pela RÁDIO 107 Ativa na Web (Baixe o aplicativo na Play Store ou ouça em https://www.radios.com.br/aovivo/107-ativa/65889)

Somos Comunidade: exemplo do amor e da esperança possíveis!

Em tempos de construção de muros, cercas eletrificadas e fossos com crocodilos e serpentes em nossas relações, neste sábado, dia 13/10, o Instituto Unimed-BH trouxe para a Praça Duque de Caxias, em Santa Tereza, uma prova palpável, impactante e com uma emoção de fazer os olhos encherem d’água por quase todo o espetáculo. Apesar da atração mais célebre ter sido o cantor e compositor Toquinho, devo confessar que cheguei a sentir um certo pesar por ele ter a sua apresentação agendada para depois do espetáculo “Somos Comunidade”.

somos comunidade

Envolvendo mais de 400 pessoas, entre dançarinos(as), figurinistas, cantores, orquestra, o que subiu ao palco foi a materialidade do amor, da esperança, da alegria. A cada música – todas falando de esperança, paz e possibilidade de união -, um transbordar de cores físicas e da alma. Todos ali mostravam o fruto de projetos sociais e culturais do Instituto ou de projetos parceiros. Mas, mais que isso, representavam que nós podemos, sim, criar uma cultura de paz, quando há um real interesse nesta construção. Negros e brancos, homens e mulheres, membros da Terceira Idade, jovens de periferia, portadores de limitações físicas – JUNTOS, e sem barreiras ideológicas ou sociais – deram um show de humanidade. Daquela humanidade que nascemos impregnados, que vamos sendo levados a acreditar ao longo da vida mas que, ao mesmo tempo, vamos tendo suas crenças abaladas, à medida em que nosso corpo envelhece e nossa alma aprende com os fatos do cotidiano.

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Aos gestores do Instituto e a todos os educadores e coordenadores de projetos ali envolvidos, não há como não enviar um cumprimento passional, por aquele momento arrebatador! Se, na multidão de milhares ali presentes uma pequena dezena houver saído com aquele potencial transformador em seu coração, a “comum-unidade” de BH, hoje, está, com certeza, um pouco melhor! A frase da música final, com o refrão cantado em “modo repeat”, define o que foi estar ali: VALEU A PENA! Ainda há quem seja, em meio ao caos, pescador de ilusões!

[Fotos: Benedita Conteúdo]

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Publicado às 14 14America/Sao_Paulo outubro 14America/Sao_Paulo 2018 por em Dança, Música, Opinião, Teatro e marcado .
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