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Coral Ars Nova apresenta-se na Praça de Serviços da UFMG

ars nova

Referência na área de canto coral no Brasil e no exterior, o Ars Nova – Coral da UFMG apresenta-se na Praça de Serviços do campus Pampulha, nesta quarta-feira, dia 22 de agosto, às 12h30. Acesso GRATUITO. Com 59 anos de existência, o foco do grupo neste ano é a música composta no século XX.

O repertório tem início com os Three Madrigals, da compositora norte americana Emma Lou Diemer (1927), para coro e piano, trazendo 3 poemas de William Shakespeare, cada um deles explorado de maneira diferente. Em seguida, o Ars Nova interpreta:

– Hymne au Soleil, que homenageia os 100 anos de morte da compositora Lili Boulanger – a primeira mulher a ganhar o Prix de Rome -, composta em 1912, descreve um cenário evocativo de um despertar do sol, baseado no poema de Casimir Delavigne;

– Remember me, do compositor Dr. James McCray, professor Emérito de Música na Universidade Estadual do Colorado.

– Yver, vous n’estes qu’un villain de Claude Debussy. Esta é a última das três canções para coro a cappella, ou sem acompanhamento, compostas por Claude Debussy para o poema do renascentista Charles D’Orleans – aliás, as únicas escritas pelo compositor para esta formação. É uma explosão irada contra o Inverno, o qual o poeta chama de vilão e foi composta em 1898;

– Cancioneiro de Lampião, composição do pernambucano Marlos Nobre, que escreveu um trio de canções – Muié Rendêra, É Lamp, é Lamp, é Lampa e Cantigas de Lampião – em homenagem ao cangaceiro Virgulino Ferreira, o Lampião. Nos concertos de 2018 o Ars Nova – Coral da UFMG vem relembrar os 120 anos do nascimento de Lampião e os 80 de sua morte.

As quatro músicas que se seguem são de autoria do maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca que, em 1964, fundou o Ars Nova – Coral da UFMG. O coral homenageia os 85 anos de nascimento de seu fundador com as seguintes composições:

– Ponto de Oxum Iemanjá, uma obra escrita em 1965, rica pelo aspecto rítmico e inovadora: as vozes masculinas imitam o som de tambores, acompanhando uma melodia tradicional da Umbanda;

– Ponto de São Jorge Ogum Guerreiro, mais uma das obras do maestro Carlos Alberto dedicada a preservar e divulgar o universo da música de Umbanda.

– Ponto Máximo de Xangô;

– Dona Nobis Pacem; do compositor Carlos Alberto Pinto Fonseca;

A canção que encerra o concerto é um breve passeio pela obra composta e interpretada pelo compositor Milton Nascimento, com arranjos vocal e de piano idealizados pelo Maestro Lincoln Andrade e por Fred Natalino. Fazem parte desse medley: Ponta de Areia, de Milton e Fernando Brant, Estrela Estrela, de Vítor Ramil, Bailes da Vida, de Milton e Wagner Tiso e Para Paula e Bebeto, de Milton e Caetano Veloso, além de outras citações feitas pelo piano.

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Publicado às 22 22America/Sao_Paulo agosto 22America/Sao_Paulo 2018 por em Música, Sem categoria e marcado .
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