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Cinema e teatro de sombras vão se misturar em exibição ao vivo, no jardim do Palácio das Artes

Entrada GRATUITA.

urubus no ar

Nesta quinta-feira, dia 10 de maio, intensa em bons eventos,  às 20h, como parte da programação do Minas Pocket, a Fundação Clóvis Salgado realiza a estreia, em Belo Horizonte, da peça Urubus no Ar, da cia paulista Quase Cinema. Apresentado ao ar livre, no Jardim Interno do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro), a montagem mescla características estéticas do Film Noir, movimento da indústria cinematográfica norte-americana da década de 1940, com a magia do teatro de sombras.

Abordando a fraqueza do homem que, na ânsia pelo poder, manipula tudo, o espetáculo aguça a curiosidade do público ao deixar em evidência toda a engrenagem que produz as sombras da montagem. Tudo é revelado: os bonecos, os equipamentos e os atores. Fica tudo à vista da plateia para que ela, também, entre no espetáculo e viaje com as sombras do teatro.

Urubus no Ar é um desdobramento de uma pesquisa da Cia Quase Cinema que pesquisa o teatro de sombras para além do espeço cênico. Inspirada no movimento Film Noir, gênero popular nos anos 1940 que teve influências do expressionismo alemão, além de beber da fonte da literatura de ficção policial dos Estados Unidos, a montagem propõe uma nova experiência imagética ao público. Como tudo é mostrado o tempo todo, a plateia vai descobrindo aos poucos como toda essa engrenagem entra em ação, seja pela performance dos atores, seja pela mudança no cenário. É um filme de animação feito ao vivo que tem várias traquitanas em operação ou um teatro de animação com vários planos. A trilha sonora, bem característica dos filmes noir, também é operada ao vivo durante a montagem.

Ao misturar duas linguagens artísticas para a construção narrativa, a companhia Quase Cinema também desperta o interesse do público pela temática e para outros detalhes, que estão no próprio enredo da montagem. Ambientada em um tribunal popular, onde um homem será julgado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e assassinato, cabe a quem está assistindo à montagem decidir o desfecho da história. Antes do início do espetáculo, a plateia receberá cédulas de votação para decidir o destino do réu, que será revelado no desenrolar da trama.

Foto: Auira Ariak

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Publicado às 9 09America/Sao_Paulo maio 09America/Sao_Paulo 2018 por em Cinema, Teatro e marcado , .
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