DE TUDO VAI ROLAR

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Exposição “FOTO-TOPIAS: entre espaço e fotografia” está em cartaz no Centro Cultural da UFMG

Entrada GRATUITA.

Se você é amante da arte fotográfica, já tem uma visita imperdível para realizar nestes meses de março e abril. O Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro) recebe até 22 de abril de 2018 a exposição coletiva “FOTO-TOPIAS: entre espaço e fotografia”, dos artistas Adaiany Rodrigues, Adolfo Cifuentes e Rosceli Vita.

fototopiasFoto-Topias é um laboratório para ativar diálogos entre fotografia e espaço. Fotografia, porém, não remete somente à natureza de um meio técnico, contraposto ao desenho ou à pintura. Da mesma forma, o espaço não é simplesmente uma dimensão física: a espacialidade remete a múltiplos discursos e práticas de ordem social, simbólica, cultural, política, militar, econômica, jurídica, biológica… Conceitos como habitat, jurisdição, geopolítica,território ou paisagem, por exemplo, remetem cada um, à sua maneira, a diversos aspectos e regimes discursivos da noção de espaço.

Portanto, ao invés de chegar com uma exposição já pronta, com obras e imagens “prêt-à-porter” (trazer, desembalar, montar, desmontar, embalar e levar de volta), nossa proposta é uma pesquisa nas próprias noções de lugar, local oulocus, topos e situ (no sentido da produção in situ, e também de site specific) realizadas a partir de, e na junção de várias pesquisas que, em andamentos separados, tiveram já vários momentos e lugares de encontros fotográficos nos últimos três anos.

É nesse laboratório de entrecruzamentos que foram pensadas as brincadeiras que constituem esta exposição: a câmera obscura de Rosceli Vita, por exemplo, é um diálogo com o espaço como imagem, mas também, com o espaço como cenografia, como micro-teatro de acontecimentos. As Azuis Interfases de Adaiany Rodrigues, ao mesmo tempo em que dialogam com o espaço e as janelas da sala, com o objeto/dispositivo cultural “cortina”, conversam também com as relações entre fundo e figura, desdobrando-a nas hibridações e diálogos entre homem/território e natureza/cultura. As Fragmentações e Vazios de Adolfo Cifuentes apostam na ideia da incompletude e da imagem como fenômeno sempre a construir, como convite sempre a preencher, como pergunta sempre a responder.

É reflexiva, é lúdica, é boa de se ver! E sentir!

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Publicado às 19 19America/Sao_Paulo março 19America/Sao_Paulo 2018 por em Exposições e marcado , .
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